segunda-feira, 25 de setembro de 2017

ANÁLISE: Love Yourself 承

Hoje nosso papo é sobre o mais novo amor das ARMYS: O primeiro álbum da série Love Yourself, intitulado Her. Segundo Rap Monster, a série Love Yourself será composta por quatro partes, o que combina com a divisão do curta que fizeram para a divulgação dessa série. 承 é o desenvolvimento, o que me deixa um pouco confusa... Mas vamos lá.

INTRO: Serendipity
Preciso comentar que vi a notificação de Serendipity quando sentei para almoçar na praça de alimentação da Bienal Rio. Eu estava trabalhando todos os dias e todos os horários, então decidi arriscar. Gastei meu 3G para ver o vídeo, e só ver mesmo, porque o barulho era tanto que eu não consegui ouvir a música direito.
Quando eu assisti, fiquei chocada, porque a vibe do MV é completamente diferente de tudo o que eu já vi de BTS. Park Jimin pareceu ainda mais bonito. Tudo no MV e na letra carregam uma sutileza indescritível. O branco e o amarelo, combinados com os elementos claros e simples (embora impactantes) trouxeram toda a delicadeza encontrada na voz de Jimin. Rap Monster e Jimin...

DNA
Pela primeira vez, nosso amado BTS investiu em uma “música de baladinha”, ou seja, em EDM Conforme acentuou Rap Monster, o EDM é o gênero mais famoso no mundo e é algo novo no K-Pop. Justificada a escolha, né? No auge depois de ganhar o prêmio da Billboard, essa não é a hora de arriscar.
Preciso dizer que não gosto muito de EDM (provavelmente porque não frequento balada), mas essa tá outro nível. O EDM sempre traz aquela coisa repetitiva e sem sal que parece que nunca vai acabar. Na minha opinião, o acerto do Bangtan está em colocar o estilo do EDM em uma estrutura que estão acostumados a usar. DNA traz emoção e impacto de qualquer boa música de EDM, aliando o clássico “assobio viciante” à energia do BTS presente no ritmo e na coreografia, que ousaria apontar como a mais difícil do grupo até agora (prova da evolução constante). J-Hope fechou a música com chave de ouro, trazendo o lalala que é marca registrada deles.
Agora, sobre o MV. É a primeira vez que vejo o BTS fazendo algo tão K-Pop. Soa estranho, mas eles são extremamente originais. Todo o cenário maluco é a cara da Coreia do Sul, e é algo que estava faltando. Eles podem sobreviver sem isso, obviamente, mas o que quero dizer é que repetir conceito não faz o estilo do BTS, e como eles não fizeram nada assim ainda, eu diria que já estava mais que na hora. O mesmo vale para o gênero da música, como eu já disse.
Jungkook de destaque não é nenhuma novidade, mas o V sim, o que me agradou muito. Pela primeira vez, ele tem a primeira linha em uma música título e, até onde eu sei, esse fenômeno só aconteceu antes em Let Me Know (se não me falha a memória). Não bastasse a primeira linha, que aliás caiu perfeitamente no timbre do Tae, o foco na dança também mostra que a empresa reconheceu sua evolução. V já pode ser tido como o quarto membro da dance line, não é? Afinal, todos sabem que os membros são divididos em três linhas de dança: A dance line, que são os profissionais (Jungkook, J-Hope e Jimin), o apoio, que são os que dançam muito bem (V e Suga) e as asas, que estão sempre atrás ou nas pontas (Rap Monster e Jin). As asas da dança também estão evoluindo, e isso é de se notar, mas a Big Hit ainda não os ressaltou como merecem. Mesmo assim, a combinação Jungkook e V foi excelente para este MV.
Por fim, as teorias e a letra. No geral, este MV não traz nenhuma novidade à teoria, é um tipo de consolidação. Repete-se o tempo todo que “não é uma coincidência”, ou seja, todas as coisas que as teoristas conseguiram ligar realmente não estavam ali à toa. O MV se passa em um cenário irreal, o que torna impossível associar cenas à teoria, mas é repleto de simbologias que envolvem os reinos do dia e da noite. O Bora Cantar K-Pop vai trazer também uma cena específica do MV onde temos parte da história sendo simbolicamente representada. #aguardem A letra, novamente de acordo com nosso líder, é sobre o sentimento de “começo de relacionamento”, onde tem aquele casal grudento que fica achando que foram feitos um para o outro, etc... Mas também é uma mensagem sobre a integração da sociedade. Claro, porque Bangtan sem mensagem social não é Bangtan.

Best Of Me
Essa está longe de ser a melhor música do álbum para mim (provavelmente pelo que eu já disse sobre não curtir muito EDM). É uma música bem baladinha mesmo, mas eu gostei deles terem feito a parceria com os Chainsmokers. Essa é uma ideia que me agrada. A letra também não é ruim, mas eu meio que esperava mais do BTS. Bom, Best of Me não foi feita para ser o destaque do álbum, então eu não vou me prender muito aqui.

Illegal
Vou chamar de Pojogae siiiiiim. Eu sempre prefiro os nomes coreanos, porque geralmente são mais fáceis. Aqui não tem tanta diferença, mas eu gosto do original.
Nossa música dedicada aos vocais está com uma vibe bem semelhante a Lost, o que era de se esperar, mas acho que ainda é um pouquinho melhor. Nada contra Lost, mas não é exatamente a melhor música do mundo. Eu tenho alguma coisa contra as músicas só de vocais, porque... Pensa comigo. Se a música é só de vocal, ela é tão deprê que não dá pra ter rap nem de levinho, a exemplo de Spring Day. Tá, mas Pojogae é boazinha sim, principalmente com essa letra que é uma gracinha. EU ENTENDI ESSA, TÁ JIN? Tá com inveja das covinhas do amorzito, não pode!

Pied Piper
Quando fui ver a tradução e encontrei a flauta, a primeira coisa que me ocorreu (apesar de não ser Exo-L) foi o Luhan e sua famosa flauta. Felizmente, minha irmã me disse que a relação é com o Flautista de Hamelin. Achei encantador, porque tenho mais uma intertextualidade para abordar nos meus trabalhos científicos sobre BTS... MAS NÃO GOSTEI DE SER CHAMADA DE RATO, MENINOS. Brincadeira. A gente entendeu.
Essa é uma música claramente cheia de ironia, não é? Ou é ironia ou é pura contradição, porque sabemos muito bem a opinião do nosso Bangtan sobre a escola. Vi muitas ARMYs falando que se identificaram com essa letra. Tenho muitas fotos de vocês na parede sim, e vai continuar tendo, obrigada.

Skit: Billboard Music Awards Speech
Tem o que falar dessa faixa? Num teeeeeem.
Melhor dia. Tinha que estar. E você percebe que nosso líder já estava no esquema naquela época, né... Desde sempre o “Love Yourself” me chamou atenção no discurso do Rap Monster. Nada nessa vida é por acaso, né...
Cara, sem ofensa à parte anterior do álbum mas... Depois dessa skit o negócio só melhora.

MIC Drop
Quem precisa de Cypher quando existe um lacre desses, hein? MIC Drop me chamou a atenção desde o início, por causa da energia. Afinal, você ouve um álbum tão limpo e sutil em todas as faixas, e do nada vem uma guitarrinha e uma batida forte. É realmente impressionante esse efeito. Eu gosto muito dos Cyphers, mas é ainda melhor poder contar com os vocais na hora de mandar o recado para os haters. A performance foi incrível, conforme eles prometeram. É uma das minhas músicas favoritas, com certeza.

Go Go
Tá, nesse caso eu prefiro o nome abreviado. Gominboda Go é um nome grande demais, então vamos relevar. Enfim, estamos falando agora da música mais viciante do álbum. Eu achava que o assovio de DNA era viciante, mas YOLO YOLO YOLO YO é mais, com certeza. Todo mundo viciou nisso, e eu também. É uma música excelente, que deu linhas ao Jin no refrão. A performance é simplesmente maravilhosa. Tudo nessa música é o máximo, até mesmo a letra que é pura ironia. Vamos refletir com esse grude.

Outro: Her
Nossa outro é nostalgia pura. A vibe é dos álbuns mais antigos, e é aquela música para relaxar, coisa que você nunca espera de uma música só de rappers. Aliás, nem sei se me arriscaria a dizer isso, porque o refrão com os rappers cantando está excelente. As letras são perfeitas para cada membro. O Rap Monster descobrindo ser um livro, o Suga duas-caras e o J-Hope que brilha mais que o sol.

Sea
Quando ouvi, obviamente, achei a maior chatice do universo, e soube na hora que a letra ia me destruir. Porque é sempre assim. Pois é, pessoal... Essa letra é profunda como o mar, e mais uma vez eles nos lembram de como foi difícil eles chegarem ali. Eu vou precisar dissecar essa letra para captar tudo o que essa metáfora com mar, deserto e mundo realmente quer dizer. Outra coisa a se notar é que a parte dos vocais tem o movimento do mar, das ondas indo para a areia e voltando. É a primeira vez que vejo nitidamente uma música ter FORMA. Como aqueles poemas imagem. É uma letra profunda, triste e chocante. Para darmos mais força aos nossos meninos.

Skit: Hesitation and Fear.
É horrível pensar que BTS pode acabar um dia. BTS vai acabar um dia, e isto é um fato, mas as ARMYs têm papel essencial na durabilidade do grupo. Acho que essa é uma das razões dessa skit. Vendo a quantidade de ARMYs hoje, é difícil imaginar que o grupo vá acabar por falta de sucesso. Cada passo é um risco, porque um álbum que não agrade as fãs pode ser fatal nesse sentido. Mas gosto de pensar que as verdadeiras fãs vão sempre apoiá-los. Nos resta esperar que outros fatores não atrapalhem, como a questão do exército, que me dá muito medo. Bom, eu acho que eles só têm a crescer, e vamos lutar por isso.


GERAL
Na Live de lançamento, os sete deixaram bem claro que este é um álbum eclético.

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Sobre a Autora

Jéssica Sanz Gomes Leal, mais conhecida como Jéssica Sanz no mundo acadêmico e literário e como Jessie no mundo do K-Pop, nasceu em Itaperuna, interior do estado do Rio de Janeiro, em 21 de janeiro de 1998. Se mudou para Campos dos Goytacazes aos cinco anos, e é onde vive até hoje. Cursa Licenciatura em Letras (Português - Literaturas) no Instituto Federal Fluminense, Campus Campos-Centro.
Desde pequena, gosta muito de ler e escrever, produzindo pequenas obras que ficaram guardadas no fundo do seu hd até ver a oportunidade de colocá-los no site de fanfics Nyah!. Guardou, no entanto, uma obra especial para ser publicada em forma de livro. Assim, em 2016, entrou para o mercado literário com A Guerra do Tempo, o primeiro livro da série de literatura fantástica Maya Fujita através de publicação independente. O segundo volume da série, A Joia de Octeto, foi lançado na Bienal Internacional do Livro Rio 2017, junto à obra Meio-fio, escrita junto com seu pai Antonio Sanz. Agora, os dois começam os processos para fundar oficialmente a editora Janela dos Sonhos, que pretende ser a porta (ou melhor, janela) de entrada para outros artistas que dividem o sonho de publicar seus livros.
Ultimamente, o mundo literário ganhou novos companheiros na coleção de amores de Jéssica. Graças à sua segunda paixão, a dança, ela acabou conhecendo o único esporte que a atrai: o Cheerleading, ou Animação de Torcida, através do time da atlética Iffênix, onde atua como base traseira e frontal, criando as coreografias da parte de dança e treinando a divisão de Hip Hop. Além disso, faz parte do Núcleo de Dança do IFF e lidera o grupo de k-pop cover High Team, que conta com aproximadamente dez membros.
Conheça no Instagram:
@cheersiffenix
@ highteamgroup

Fanfic de BTS

Série Bulletproof


Fic 1 - Bulletproof Wings


 Amor. Mentira. Maldade.
Todos são sinônimos. Mas Jin e seus seis amigos, quase irmãos, descobrirão isso da pior forma possível. Um relacionamento proibido mantido em segredo, quando descoberto, gera um efeito dominó que os destrói, um por um.
Do outro lado, cada um deles é julgado e salvo, ganhando um presente que usarão para defender Taehyung de sua injusta punição e iniciar uma revolução contra o terrível Juízo de Abraxas.


"Querem ler uma história bonita, inteligente e que te arranca lágrimas sejam elas felizes ou tristes? Sintam-se à vontade. Só um aviso, preparem-se para entregar as suas almas... ou seus corações não aguentarão. A história aborda bem as teorias dos MVs de um jeito que o coração não aguenta. Se curtem o estilo, não deixem de conferir".
- Phaella, leitora do Nyah!

Fic 2 - Bulletproof Daughter
Depois de derrotar Abraxas, o novo Juízo recebeu sua primeira réu: Yumii. Como se não bastasse a surpresa, descobrem que ela está esperando uma criança do Jungkook. Agora, a Casa terá que se preparar para receber e criar a herdeira, enquanto três dos Juízes secretamente cuidam dos assuntos não resolvidos no Primeiro Mundo.

"Ai, eu adoro essa fanfic. Um dia desses tava vagueando pela categoria quando vejo ela, olhei pra sinopse dela e vi que tinha uma anterior, li a anterior em dois dias deixando tudo pra trás, e logo comecei a ler a continuação. A cada palavrinha já me dá um entusiasmo. Espero que continuem logo, sem problemas e sem complicações! E recomendo a lerem porque ta muito bom!"
- QueensHearts, leitora do Nyah!


Fic 3 - Bulletproof Army
Com o nascimento de Sunghee, a Casa do Juízo entra em uma nova rotina, dividindo seu tempo entre os julgamentos e a herdeira. Criada pelos moradores da Casa, Sunghee se torna a mais poderosa do Segundo Mundo, destinada a salvar o Juízo novamente, dessa vez impedindo uma nova rebelião por parte de um velho conhecido que acabou de chegar.

Primeira extra: Bulletproof - The Restart
Sete trainees da Big Hit não sabem, mas já é a segunda vez que passam pelo mundo dos vivos - o Primeiro Mundo. Depois de 18 anos como Juízo do Segundo Mundo, tudo deu errado, o que obrigou Abel a fazer um Restart. Agora, eles terão uma segunda chance para fazer tudo direito... Mas tudo está... diferente.

Segunda extra: Me chamam de corvo
Jin acabou de acordar de seu longo sono e já recebeu a notícia: cinco de seus amigos haviam morrido enquanto ele dormia. Depois de finalmente desafiar seu tio para salvar Namjoon, ele reencontrou Yumi.
Deveria odiá-la? Talvez. Em vez disso, ele a ouviu e a salvou. Não muito por ela... Mais pelo outro motivo. Um motivo tão importante que deu a Jin coragem recomeçar sua vida de um modo completamente diferente do que ele poderia imaginar.

"Em um trabalho de meio período, o salário é uma glória
Na escola, os professores o são"
"Mude as regras".






Bangtan Family


Como seria se cada um dos membros do Bangtan Sonyeondan fosse, na verdade, membro de uma família? Com pai, mãe, filhos, escola, refeições e um monte de problemas típicos?
Talvez você já tenha visto isso em House of Army, mas Bangtan Family traz uma proposta diferente: voltada para a realidade, não para o humor. Certamente esse One-Shot emocionará você. Afinal, aquele foi um dia agitado para a família Kim.



Disponibilidade:

Nyah!: Todas
Spirit: Bangtan Family e Bulletproof Wings
Wattpad: Bulletproof Wings






Livros

Série Maya Fujita


Livro 1 - A Guerra do Tempo

Sinopse: Maya Fujita acabou de chegar a Mirai, um mundo mágico e aparentemente perfeito. Mas ela vai descobrir que, apesar da Magia, esse mundo possui uma imperfeição: A maldade das pessoas. Essa maldade se manifestará na vida de Maya de forma tão intensa que culminará em uma guerra. Agora, Cabe a Maya fazer com que tudo termine. E o tempo dela está acabando.​


Livro 2 - A Joia de Octeto

SinopseA Semana de Paz é celebrada com o primeiro aniversário da Guerra do Tempo, criando a situação perfeita para a árdua tarefa de Maya sair do controle. No meio da confusão, Mateus teve uma visão: Oito heróis terão que unir colares espalhados pelo mundo e formar a Joia de Octeto, antes que Mirai seja devorada por inteiro. 





Meio-Fio


Sinopse: Isaac e Júlia se conheceram na sala de aula. Tudo começou com um trabalho em grupo que tinham que fazer que acabou se transformando em uma grande amizade e logo depois em algo além da amizade. Porém devido a algumas barreiras sociais, étnicas e principalmente raciais, eles têm muitas lutas para poderem ficar juntos. Surpreenda-se nesta emocionante História de Amor.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

EXTRA: Como era a versão original de Bulletproof?

Annyeong!
Se você veio parar aqui, há uma chance boa de ser uma leitora da série Bulletproof. Esse post é um conteúdo extra falando sobre como era a série em sua versão original, como a história foi pensada inicialmente. Por que colocar aqui e não no Nyah!? Ora, o Nyah! É um site ficcional, e isso aqui não é ficção. Eu poderia até dar um jeitinho, mas acho que fica melhor aqui, então vamos lá para a lista de verdades que você não sabia sobre a história original!
1 – YUMII NÃO MORREU
Sim, a versão alternativa do final de Bulletproof Wings é, na verdade, a versão original. Yumii realmente foi para o Segundo Mundo, mas com cabelo rosa. Ou seja, estava em coma e sobreviveu à tentativa de suicídio.
2 – O CASAMENTO DE JUNGKOOK E YUMII
A menina ia ficar no Segundo Mundo por alguns dias, mas sem se reconciliar com Jungkook, nem com ninguém. O casamento dos dois seria forçado, mas a menina racharia justo nessa hora, salvando o Jungkook de um casamento desnecessário.
3 – SUNGHEE NO SEGUNDO MUNDO?
Como? Bem simples: na hora do parto, tudo daria errado. Sunghee morreria e Yumii entraria em um mini coma, só pra entregar a filha nos braços da primeira pessoa que encontrasse, que no caso foi Jin (que obviamente não era seu irmão gêmeo).
4 – CASAIS PRIMEIRISTAS (E UMA PROLE INTERESSANTE)
Sehun e Yumii realmente ficavam juntos e Baekhyun ficava para a Yonseo.  O primeiro casal teria um filho chamado Jungkook, e o segundo uma filha chamada Taeyeon. Depois de crescer, eles fariam um duo de K-pop (Taekook), lançando todas as músicas que o BTS não teve tempo de lançar.
5 – CASAIS SECUNDARISTAS (E O YAOI QUE VOCÊ SEMPRE QUIS)
Os casais secundaristas são uma doideira. Obviamente, você deve supor o amado Namjin, que é verídico também na versão original, mas não são o único Yaoi. Lembra que Taehyung e Hoseok casaram juntos? Então, na versão original não tinha Michung nem Géssyca, então eles casaram juntos... Um com o outro. E Jimin não ficava pra Nana, é claro: em vez de ser um Oppa distante, sua boa relação com a Sun o aproximaria do Jungkook. Não seria legal se o Jimin fosse padrasto da Sun? Sim, então temos: Namjin, V-Hope e Jikook. Aliás, foi assim que Yoongi foi escolhido para ser o amor da Sunghee, já que era o único Oppa que sobrava.
6 – OUTROS PERSONAGENS
A versão original não tinha nada de GOT7 no Segundo Mundo, é claro. Aliás, todos os idols de fora do BTS foram inseridos no embalo da situação. Sem o casal Yukook, nada de Mães-sem-filhos, nem de Seohyun, nem de Nana, mas os pais do Taehyung são da versão original. E Nana também demorou pra ser colocada como avó do Namjoon. Como não havia Géssyca, ela também não fazia parte da Casa Daegu, e o Min Holly também não (como se os cachorros tivessem vida de tartaruga marinha). Sem Yonhun, não teria Hansung nem Samha (ele não seria mostrado crescido).
7 – OUTRAS CENAS
INVESTIGAÇÃO: Boa parte da investigação do Chung Ho no primeiro mundo foi ideia de Jenny. Eu só peguei o bonde e coloquei o Baekhyun pra ser o atropelador.
15 ANOS DA SUNGHEE: Foi uma das primeiras coisas planejadas para a continuação, mas originalmente haveria o début de Sunghee como idol, inspirada pelo irmão no Primeiro Mundo. Ela faria homenagens aos Oppas cantando trechos de seus solos. A música bonitinha para o Yoongi já aconteceria aqui, e o refrão era em inglês.
LUTA CONTRA O CBX: Foi pensada já com os novos shipps. A gravidade do caso do Baekhyun foi só para fazer aquela cena bonitinha do beijo. E ela acontecia na saída do beco (não havia sido pensada uma mudança de vida para os meninos, nem para Yonseo).
JIN DOENTE: Foi pensada antes do Namjin ser oficializado. Quem o encontrava era Sunghee, que insistiu que ele a deixasse chamar alguém. Assim, Namjoon foi convocado para cuidar dele. Para avisar sobre o acúmulo de sangue na boca, Jin sinalizaria com a parte principal da coreografia de Blood Sweat and Tears (porque já estava suando e chorando, e não podia falar). Na verdade, o sangue só surgiu na história para completar a trindade.

LUTA FINAL: Não tinha Yumii, nem as outras meninas, nem o GOT7, mas já tinha Seohyun. Ela e os pais do V seriam os três reféns. Quando Yumii foi passada para o Segundo Mundo, ela também era refém, mas depois a situação mudou. Nana e Eva foram acrescentadas por último. Originalmente, o Campeonato era julgado por um espectro qualquer. Já a Florzinha só foi colocada um dia antes da postagem do capítulo!

terça-feira, 28 de março de 2017

JUNG: Explicando BTS pela Psicologia Analítica

Olá, Army, hoje vou tentar explicar algumas coisas sobre as teorias do BTS usando minha última aula da disciplina de Psicologia da Educação. A aula foi sobre Carl Gustav Jung (se pronuncia Iung, não como o nome do Hoseok, não pira, gente kkkk), fundador da psicologia analítica.
Para começar, preciso explicar porque esse cara é relevante para nós. Muitos de vocês sabem que o livro Demian, de Hermann Hesse, é uma das inspirações declaradas do Bangtan, afinal, temos trechos inteiros da obra de Hesse em cada short film de Wings, além de várias referências indiretas. Eu queria ter lido os outros livros e assistido os filmes que estão relacionados à teoria, mas só tive tempo para Demian, por enquanto. A questão é que Hesse, ao escrever esse livro, foi inspirado pela Psicologia Analítica de Jung, que eu estudei. Por isso, acho que alguns pontos de Jung podem nos ajudar.



PRIMEIRA PARTE: OS POLOS

Vamos começar pelo básico da Psicologia Analítica, que diz que a psique (mente) está dividida em DOIS POLOS DISTINTOS. Esse também é o princípio de Demian, que trata esses dois polos como dois mundos. Para Jung, os dois polos da mente são a consciência e a inconsciência. Hesse interpretou isso trazendo esses dois mundos. O luminoso seria a consciência (a parte da mente que é “visível”) e o sombrio a inconsciência (a parte oculta da mente).

Três dos sete trechos escolhidos para Wings nos falam bem sobre esses mundos:
Begin, sobre os reinos do dia e da noite;
Lie, sobre o primeiro mundo;
Reflection, sobre o outro mundo.

De fato, as descrições dos mundos lembram os dois polos da mente. Tudo na nossa consciência é correto, enquanto o inconsciente guarda as piores partes do nosso pensamento. Jung diz, ainda, que a consciência está dentro da inconsciência. Passando para Demian, seria o mesmo que dizer que o mundo luminoso está dentro do sombrio. Embora Hesse nos diga que os polos se misturam, dá pra perceber essa relação: o mundo luminoso é representado pela casa. O sombrio começa ainda dentro da casa, mas tudo do lado de fora também faz parte dele. Então temos essa questão de interno e externo.

Meu professor trouxe ainda a questão de persona e sombra, que eu não sei se cabe aqui, mas acho interessante citar: A persona é a máscara que usamos frente à sociedade (o bom comportamento, como citado em Lie). Já a sombra é a nossa parte “insuportável”, ou seja, ruim, e tudo o que é ruim se atribui ao mundo sombrio.



SEGUNDA PARTE: A IMAGEM


Outra noção que apareceu em meus estudos foi sobre a imagem. Aqui, vamos explorar dois personagens especificamente: Namjoon e Hoseok. Tentarei responder às seguintes perguntas.

Por que J-Hope dorme o tempo todo?
Por que Rap Monster é louco?
Por que Jin e V têm doenças mentais?

Não vou começar por ninguém específico, porque está tudo ligado ao mesmo conceito de imagem. A imagem é importante para nós porque se opõe à razão. A razão surge na história junto com a escrita, quando verbalizamos nossos pensamentos. Antes disso, o que havia? Pensávamos apenas com as imagens, não com as palavras. Daí, a palavra IMAGINAR. Não estamos produzindo nenhum texto quando imaginamos, estamos? Com a palavra, surge a noção de razão. Então, temos a seguinte relação:

Imagem X Razão

Quando dormimos, é o momento em que a razão deixa de predominar, e ficam as imagens. Por isso, o sonho é muito mais imagético do que verbal, e também não é racional. Está associado à fantasia, porque as imagens que produzimos não são reais. Então, melhorando nossa oposição:

Sonho X Razão

Isso faz algum sentido pra você na história?
Quem é o sonho? J-Hope. Ele dorme por causa da narcolepsia, sim, mas isso não é à toa. É porque o Hoseok está ligado ao sonho. Sua doença tem relação com a mãe, é psicológica.
Quem é a razão? Rap Monster, sempre com a cara enfiado nos livros ou escrevendo letras de música. Sempre usando as palavras. Além de ser o líder, o que pede que ele aja racionalmente.
Não, Hoseok e Namjoon não são inimigos, apenas opostos nessa linha de pensamento.
Já que chegamos ao Nam, vale a pergunta: se ele representa a razão, por que ficou louco?
A noção de loucura varia de acordo com o tempo. Lá na época onde não havia razão, o ato de falar sozinho tornava a pessoa “sábia” perante a sociedade, pois acreditava-se que ela estava se comunicando com forças místicas. Hoje, ela é vista como um problema, uma doença. A gente também sabe que Namjoon é o melhor amiguinho de Abraxas entre os sete. Será que sua aparente loucura não é ele se comunicando com Abraxas? Será que Namjoon não é o mais sábio e racional entre os sete, por ser o único a identificar tal influência?

Falando em loucura e problemas mentais, vocês lembram bem que dois (talvez três, se o Namjoon tiver passado pelo mesmo) dos nossos personagens criaram a ilusão da presença dos que já tinham morrido: V e Jin. Primeiro, quando V só tinha Rap Monster. Depois, Jin, quando acorda do coma e todos estão mortos. Claro que o mesmo fenômeno aconteceu com eles. E isso tem a ver com o quê? Adivinha? Com imagem.
Vamos dizer que nossos olhos enxergam dois lados. O que vemos do lado exterior é matéria, é real. Mas também podemos olhar para o interior e enxergar a nossa psique, nossa mente. Assim, conseguimos imaginar, construir imagens surreais e imateriais. Nosso pensamento é algo imagético, que pode ser visto assim como vemos o mundo ao nosso redor (assim que se formam os sonhos).
O que nossos lindinhos fizeram, basicamente, foi projetar o que viram na psique do lado de fora. projetaram aquilo que eles imaginaram na matéria. Assim, eles veem algo irreal, que é a presença dos meninos, na parte real da visão, que é o mundo.

Acho que é isso que temos por enquanto, amores. Acabei não me aprofundando tanto no Hoseok quanto eu gostaria, mas também não tem por que enrolar vocês. Pelo que eu contei sobre o sonho e a imagem, dá pra vocês entenderem o que pensei sobre isso. Até a próxima, Army!

quinta-feira, 2 de março de 2017

MINI TEORIA BTS: 7 Elementos do Bangtan


Nota: esta teoria complementa a teoria do Bora Cantar K-pop.



Prontas pra mais uma teoria, Armys? Dessa vez, uma bem pequeninha, só uma das várias associações que eu fiz (com Alice in Wonderland/Through the Looking Glass, por exemplo). Parei pra pensar (tá, na verdade eu estava no carro), e acho que cada um dos meninos está associado a um elemento, como eu tento aprofundar na minha fic. Então vou rapidamente explicar meu raciocínio, seguindo a ordem de morte com duas exceções: Jin será primeiro (levando em conta o coma) e Hoseok por último (porque o dele é complexo).



Jin – TERRA


Foto 1: HYYH Pt.1 (Agitação)
Foto 2: Wings 

Não só a terra que pisamos, mas toda a natureza, as árvores e principalmente as flores. Na teoria, os recorrentes lírios brancos representam a morte (mesmo que na série Bulletproof ela tenha ganhado outro significado). Em coma, Jin sente a morte deles através desse símbolo. Mesmo em coma, Jin sempre esteve presente, assim como a natureza que está sempre ao nosso redor, mesmo que não notemos.





Jimin – GELO



Foto 1: HYYH Pt.1 (Agitação)
Foto 2: HYYH Pt.1 (I Need U)
Foto 3: Wings 

Lerigooooooou!
Jimin morreu na água molhado, fora da banheira, de hipotermia. Ou seja, de frio. Se Jin é a natureza e as flores, sua presença é como a primavera: dias felizes, tranquilos e divertidos. Sua morte trouxe o inverno, o frio e a solidão para a vida de Jimin. Não estou sendo dramática, vocês sabem que Jimin sofreu muito pela partida do amigo, como é ressaltado em Spring Day (teoria aqui no blog, e veja também no BCK).





 Jungkook – AR


Foto 1: Wings
Foto 2: HYYH Pt.2

Pulando nosso amado Hoseok, temos Jungkook, que foi o primeiro a ganhar asas, o único que apareceu flutuando em Pi Ttam Nunmul, e por aí vai. É o que mais aparece em photoshoots com o céu no fundo, com penas, com objetos voadores, e o que mais tem relação com os corvos. O fato de ter sido o primeiro a ser salvo cria uma ligação entre Jungkook e o ar. A parte mais legal disso está no próximo parágrafo.







Suga – FOGO


Foto 1 e 2: HYYH Pt. 1 (I Need U)

Não é nenhuma novidade, é? Nosso amiguinho está sempre acompanhado do clássico conceito Bultaoreune. Isqueiros, incêndios, fogo por toda parte, isso a gente já sabe. Mas nada nessa vida é por acaso, e Big Hit é vida, então nada na Big Hit é por acaso. Para estar ativo, o fogo precisa de três coisas: calor, combustível e oxigênio. O combustível são as cachaça bebidas alcoólicas do Yoongi, que mesmo com a bebida, não consegue superar a falta do oxigênio, que o ar, que é o Jungkook. Sem ar, sem fogo. Sem Jungkook, sem Yoongi. Uma ótima metáfora para o suicídio do Suga.







V – ÁGUA


Foto 1: HYYH Pt.1 (Agitação)
Foto 2: Run (Jap. ver.)

Lá vem o utt! (E bias, já que não consigo escolher o segundo favorito).
V não foi o único que morreu na água, mas também não tem nenhuma relação com outro elemento (ao contrário de Jin e Jimin). E a relação do Tae com o H2O não fica só na morte. A água é o líquido mais puro, do qual precisamos, ao contrário das bebidas alcoólicas que levavam o pai a fazer coisas terríveis. Ao contrário dele, depois de cometer seu crime, Taehyung foi para a água em busca de purificação e redenção (no sentido figurado, porque na verdade ele só queria se juntar aos outros).






Rap Monster – ELETRICIDADE



Foto 1: Fire
Foto 2: Comercial Puma Bog Sock (Issue 4 Rap Monster)

Ninguém sabe confirmar como foi a morte do Namjoon, mais eu acredito fielmente que foi na cadeira elétrica, porque essa não seria a única evidência da ligação entre Moni e os elétrons. Em vários MVs, photoshoots e até no comercial da Puma (embora o tema seja “o momento mais brilhante”, nenhum dos outros meninos usou eletricidade), podemos notar Namjoon junto a lâmpadas. Namjoon também tem uma relação peculiar com a sombra, o que se opõe a esse conceito, mas essa relação luz e sombra deve ser explorada.







J-Hope – SONHO


Foto 1: HYYH Pt. 1 (Agitação)
Foto 2: HYYH Pt.1 (Devaneio
)

Nosso Hopi é um caso bem complexo. Não parece estar associado a nenhum elemento específico. Se fosse um elemento físico, eu diria o sol e a luz, ou o Éther, um suposto elemento da natureza que é o meio de propagação da luz. Mas ambos os conceitos se encaixam mais no Rap Monster, então eu diria que Hopi nos traz um elemento “abstrato”, ou um conjunto deles: J-Hope por si só é a esperança e a alegria, e seu personagem é a inocência, a pureza e a imprudência, apresentando sua relação com os remédios contra a narcolepsia. O que se explora, mais que os remédios, é o sono, a verdadeira natureza do Hopi que o remédio tenta inibir. Vendo por esse ângulo, Hoseok tem tudo a ver com o sono e o sonho, com a mente, com os sentimentos. A própria doença é psicológica, forçando ainda mais o elemento psíquico e emocional. Ou seja, o Hoseok seria um elemento abstrato, interno e complexo.

Na minha última aula de Psicologia, estudei Jung, que criou a psicologia analítica dos dois polos distintos. Onde foi que eu já ouvi isso? Ah, sim. Nos shorts de Wings, mais especificamente em Demian. Hermann Hesse foi inspirado por Jung, então eu conheci a inspiração da inspiração do BTS. Vou fazer uma postagem separada falando tudo o que consegui desenvolver com isso, principalmente no que diz respeito a esse suposto poder do Hoseok.


E é isso. Não é nada demais, essa teoria, apenas algo para ficarmos ligadinhos.